segunda-feira, 8 de junho de 2009

ALEX BAND ♥


Uol diz: "Alex Band retribuiu o coração que as meninas da plateia faziam para ele durante o show"
Eu fui uma delas :D

Eu sei que meu amor vai morrer de raiva por causa do título desta postagem, mas faz parte. Te amo mô ♥.

Hoje, a postagem, vai ser só sobre o ocorrido de sexta-feira.
Bom, e lá fui eu, acordar às 7 da manhã, levantar, me arrumar e etc. Pegar um ônibus lotado e ir trabalhar; detalhe, depois de uma noite horrível, que eu nem quero comentar.
Trabalhei o dia todo, e ao mesmo tempo não trabalhei. Pensei o dia todo no show mais esperado da minha vida, e eu nem sei da onde esta espera surgiu. Só sei que fazia 5 ou 6 anos, mais ou menos, que esperava por isto.
Conferia de 5 em 5 segundos se o meu ingresso estava ali mesmo. Se os documentos estavam certos, se o relógio estava com a hora correta, nada podia dar errado. E não deu. Morrendo de medo, pois eu ia sozinha, estava até com aquela dorzinha de estômago. Jamais vou esquecer minha ansiedade. Já imaginando eu lá, na frente do Alex, e de uma das melhores bandas do mundo: The Calling. Já imaginando eu derrubada por lágrimas e ansiedade, e o coração a milhão. Mas não foi assim.
Esperei dar 18:00 hrs, sai correndo do trabalho, não quis nem saber. Passei no emprego do meu namorado, e deixei com ele todas as coisas que levo no dia-a-dia, dentro da bolsa. Continuei a correr contra o tempo, já eram 18:20. Passei no meu curso, e deixei algumas coisas lá com o Matheus, para que entregasse às pessoas que no dia anterior, me fizeram bem. Então corri de novo, desta vez numa velocidade inesquecível, contra o grande fluxo migratório de pessoas, contra o desespero, contra o medo. E claro, de salto alto. Desci a rua inteira, que por sinal não é tão curta, e entrei no metrô. Nem me preocupei em sentar. Estava bem aonde estava, pois estava indo para um lugar onde o sonho se realizaria.
Então esperei o meu destino: Estação Ana Rosa. Subi as escadarias. Sempre rezando, para que Deus me protegesse. E claro, protegeu. Na fila no ônibus, encontrei dois irmãos Tabatha e Renan, que iriam para o Show, e logo depois chegou a Eliana, que também iria ao show... ficamos falando sobre o The Calling, o Alex, alguns show, e sobre a vida alheia, até chegarmos lá... O ônibus demorou mais ou menos 1 hora e meia... quando olhamos para o relógio eram 19:59... Os portões abririam as 20:00. E eu já no desespero querendo chegar logo. Ai resolvemos pegar o outro ônibus. E deu certo chegamos lá 20:50. O Show iria começar as 22:00. Deu tempo para tudo. Sentamos, conversamos, conhecemos a Amanda que também veio sozinha, a Silvia, que estava no mesmo ônibus que nós. E eu estava ali... com o coração na mão. Cada luz que ascendia, ou apagava ou cabamleava, sob efeito da produção, era o desespero na minha vida. E então, ele entrou. MEU DEUS DO CÉU. Não sei como não tive um infarto ali mesmo. Ele entrou cantando a música que eu mais amo "Stigmatized" do Cd "Camino Palmero". Jesus eu não sabia o que eu tava sentindo... e tinha dois moleques na minha frente, que ficavam atrapalhando de propósito, mas eu consegui convencê-los e eles me deixaram passar. Foi duro mas... CONSEGUI.... eu tava a alguns passos da grade... e o Alex, estava ali na minha frente, como se tudo estivesse ali, somente em um olhar... A minha vida inteira se passou em alguns segundos com uma leve melodia de Alex Band. Eu fui tentando, tentando, e mil vezes tentando até que consegui mesmo chegar na grade, e por pouco não encosto nele. Mas eu estou feliz mesmo assim.... Ele estava tomando água em uma garrafinha plástica... e ele a jogou, e por coincidência, veio parar em minhas mãos, mas de algumas outras meninas também. Combinamos de dividir, mas eu sabia que isso não ia acontecer... então, tomei a água que ele tomou *baba do Alex* Uhuashuia, e arranquei o rótulo da garrafa. A melhor água do mundo... e o melhor rótulo. :P
Às vezes eu olhava para o palco, que estava a 1m de distância de mim, nem isso. E pensava, como pode? Como pode ser tão perfeito?
Só sei que até agora não caiu a minha ficha. Lembro que colecionava fotos, e artigos do The Calling. Fiz um caderninho escrito "love, love, love... Alex" há mais ou menos 5 anos atrás... e do nada, ele fez parte do meu sonho, que virou realidade.
Alex Band a menos de 1 metro de distância de mim? Nossa só poderia ser sonho.
E eu pensava: Nunca vai existir um cara perfeito por inteiro... Mas existe... Alex Band. Só pra deixar claro... não quero críticas depois, viu senhor Rafael Coelho. Pois eu amo você. E o Alex é meu ídolo, apesar de estar divorciado (descobri agora isso) HUsauhuas, brincadeira.

Então... Alex, volte, volte sempre que quiser, vou sempre te esperar.
As suas músicas me tocam com uma feição muito especial. As suas músicas me fazem sentir que estou longe de todas as coisas ruins. As suas músicas...Fazem-me, completam-me.
Não consegui chorar, nem gritar tanto, nem nada. Nada saia de mim, somente um olhar fixo diretamente para ele, somente ele, somente.
Eu nunca vou desistir de te conhecer Alex, N-U-N-C-A.

♥ The Calling ♥ Alex Band.
Noite inesquecível: 05/06/2009

(ps: voltei de táxi ;)
:*

terça-feira, 2 de junho de 2009

Mutável e Imprevisível?



Talvez. Se todas as pessoas pudessem fazer o realmente querem, talvez o mundo ia ser pior do que já é. Na verdade, eu tenho certeza disso. Se o mundo não tivesse suas moralizações, já estaria um caos. Conforme o mundo se comporta, as etnias, as culturas diferenciadas, é conforme somos educados. As divergências existentes no planeta, são a resposta de um contraste de características.
A sabedoria de alguns seres humanos, retorna ao mundo como forma de grandes personagens idealizadores, que mudaram o formato evolutivo do planeta. Caso não existisse essa sabedoria, a Terra ainda seria bem primitiva. Para alguns, seria ótimo, amantes da natureza, e do Planeta Terra como ele é. Tendo aversão a sua própria existência. Para outros, nem tem como imaginar. O Planeta Terra sem evolução alguma, com existência do humano é claro, mas sem a alta tecnologia? Jamais sobreviveriam, ou desejariam nem vir ao mundo.
Apesar de pensarem de formas diferentes, o ser humano é equivalente a um só gênero, o que é mutável, são suas características físicas e sociais que denominam sua personalidade. Nem adianta a maravilhosa Biologia ter suas excelentes teorias. O que nos cabe a entender é que: (como diria o meu amado professor Moacir) o ser humano é mutável, e imprevisível.
E na minha opinião, isso é ótimo. Imagine se fossemos previsíveis? Nada teria graça. Não existiriam filmes de suspense. Muito menos romance. Seria estranho. E se não fossemos mutáveis? Seriamos exatamente iguais dentre uma época e outra? Impossível de imaginar.
Apesar de que, aonde eu quero chegar com isso? Na realidade nem eu sei. Sei que não estou entrando em harmonia comigo mesma. Eu quero uma coisa, mas meu subconsciente quer outra. E são lados totalmente opostos. Não dá para entender. Uma coisa que eu sei, e posso afirmar, é que eu analiso bem as coisas. E não dá para deixar de reparar de como os meus pensamentos mudam de uma forma tão rápida. Chega a ser extraordinário. E não é porque eu quero. A minha mente quer. E eu sou obrigada a querer junto, ou lutar contra ela. É difícil explicar, mas é assim que ocorre comigo. Umas mutações sociais extremamente fora do normal.
Às vezes acho que sou criança demais, ás vezes, sou mulher demais. Ás vezes sou muito inteligente, ás vezes sou só mais uma. Ás vezes sou responsável, ás vezes sou ingênua. E quanto mais "ás vezes" eu puder escrever, será sempre assim. Depende do dia, do mundo, do tempo, do momento, dos hormônios, das pessoas ao redor, dos objetos, do lugar, do ponteiro do relógio, depende de tudo, o meu comportamento. Então nunca sei distinguir o que verdadeiramente sinto, e o que sou. Sei que sou eu, mas me caracterizar, com uma simples palavra, é complicado.
Por exemplo hoje, hoje é um dia que eu nem sei o que estou pensando. Pois, estou tentando me esforçar no trabalho, e ao mesmo tempo estou escrevendo aqui (preciso desabafar, é claro.Depois eu falo sobre isso) e ao mesmo tempo tento não ficar magoada por não estar estudando como deveria, ou como estava no começo do ano. Não falar com ninguém durante 9 horas, é complicado. Assim, falar eu falo, mas não como deveria. Ser uma pessoa educada e compreensiva, quando o que eu mais quero é falar foda-se para tudo. Mas tudo bem acontece. O ser humano aprendeu a ser um ser habituado com a rotina. Mas apesar de tudo, eu vou ganhar meu salário, e vou fazer coisas que queria fazer e não podia, porque estava sem dinheiro. Até dá para conciliar estudo e trabalho. Mas é sempre preferível um único.
Bom, então é isso. Tenho que aprender a conviver com as mutações e evoluções, inclusive as minhas. O ser humano é, concerteza mutável e imprevisível. Ás vezes até mais do que deveria. Ás vezes até mais do que imaginamos... Ás vezes...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O Acaso...



Eu nem sei como explicar a minha reação. Parece que eu não estou vivendo isso, mas estou, ou talvez não esteja. Espero que eu nunca acorde desse sonho, caso seja um. Eu estou realmente emocionada, e nervosa. Faz cinco anos que espero por isto, e realmente está acontecendo. Graças a Deus, o tempo não pareceu tão longo. Foram cinco anos de espera, mas ocorreram muitos acontecimentos. Não que seja algo que eu necessite, mas é algo que eu realmente esperava. Ainda mais em um ano como este, tão pressionado, pelo menos para mim. Vai ser como sonhar acordada. Viver aquilo que você não vive todos os dias. E desligar-se um pouco da realidade do mundo. Vai ser ótimo, pois estou sem tempo até para ter algum sentimento. Não estou afirmando que seja ruim, mas, que isso tudo mecheu comigo. Não é aonde eu queria estar, mas é aonde eu estou.
Eu tenho que admitir, estou sozinha em meus pensamentos. Não consigo ter um compartilhamento completo de idéias, com alguém. Parece que meus pensamentos estão lacrados, de um jeito, que nem eu consigo abrí-los. Exatamente assim que acontece. Pois nem eu sei o que sinto, e quando tento transmitir isto, algo me impede com uma feição extremamente rígida.
Mas isso não convém. O que está insuportável, é a pressão que está dentro de mim. Parece ser fácil, mas não é. Estar perto de ser alguém responsável, é pior do que eu imaginava. É Trabalho, estudo, faculdade, dentre outros. Fora os problemas familiares que tenho que resolver. É difícil tentar se comunicar com alguém sobre esses assuntos, já que cada um tem um problema diferente. Às vezes eu até acho uma pessoa compatível com os meus pensamentos, mas aí vem a grande decepção. Sempre que vejo que estou criando um vinculo de amizade, vejo o mesmo se distanciando. Parece um trauma. Acho que jamais vou achar alguém que confie extremamente numa amizade verdadeira. E acho que eu tenho que aprender com isso, deixar de ser tão agradável, e passar a ser um pouco mais rigorosa com a confiança. Não sei porque, mas se reconheço uma pessoa inteligente e agradável em certos momentos, lhe confio a vida, em poucos segundos. Esse é meu grande defeito, acreditar que as pessoas são boas o bastante para mim. Não que eu seja boa o bastante para elas, mas boa o bastante para não decepcioná-las.
Eu estou em uma transição, que nem eu entendo. Ás vezes estou certa do que quero, mas a maioria das vezes nem sei o que é querer. Estar em dúvida é a minha maior característica, e gostar demais de tudo, também. Talvez isso não seja um problema, talvez isso seja até bom, mas não para uma sociedade hipócrita em que vivo. Uma das coisas que me incomoda também, é o fato de eu me preocupar com certas coisas que o próprio mundo exclui. Ás vezes preferiria ser alienada, a se preocupar com o futuro.
Mas para falar a verdade, eu fugi de minhas verdadeiras idéias. Comecei a falar de um fato que está acontecendo e aderi a minha vida, apesar de os dois se colidirem, são coisas diferentes. Eu poderia ficar a minha vida toda escrevendo, pois posso ter vivido poucos anos, mas não poucas coisas. Sei o suficiente para minha sobrevivência, mas não o bastante para minha cultura. Eu sou uma pessoa muito simpática, mas apesar disso, sou uma pessoa difícil de lidar, pois sou totalmente imprevisível.
Eu só não irei escrever o fato que ocorrerá, pois prefiro ter certeza do que irei sentir, para transpassar tal sentimento. Por isso, um olhar, incógnito, sem referência. Ou Talvez com algumas referências, em várias extremidades, que nem eu poderia dar total certeza, mas que se existem certos pontos nas extremidades que servem de referência, é porque realmente irei usá-las, de uma forma ou outra. Nada está por acaso.